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Deixando a ansiedade de lado | por Lane Lucena

July 8, 2019

 

A vida está corrida, as cidades cada vez mais caóticas, barulhentas, muita  poluição para todos os lados, as pessoas não tem tempo, o amor precisando ser cultivado, falta organização, suas emoções estão a mil por hora, os outros não colaboram, coração acelerado e respiração curta... O que fazer nessas horas? O que pensar nesses momentos de agitação quando se vive em uma sociedade pós-moderna que a cada dia parece te deprimir? O que posso te dizer é que entre a ansiedade e o estresse, escolha a calma porque ela sim irá te proteger dessa loucura que nos tira do eixo.

 

Vivemos em um mundo moderno no qual muitos estudiosos já determinaram como a "Idade da Ansiedade", devido à analogia entre esse estado psíquico e o ritmo de vida produzido pela sociedade. Somos cobrados e pressionados a sermos competitivos e consumistas de forma que estamos sujeitos a desenvolver a ansiedade, estando todos os seres humanos suscetíveis a ela.


O período em que vivemos tem se estruturado com algumas propriedades bem acentuadas: o Materialismo, que associa prestígio pessoal através do dinheiro que se tem; o Hedonismo, com a busca de percepções novas e estimulantes visando o prazer; a Permissividade, que indica um ambiente de impunidade e egocentrismo; o Relativismo, que em articulação com a permissividade inclina à concepção de éticas subjetivas e individuais e o Consumismo, que associado ao materialismo nos fala de uma nova forma de liberdade – a de consumir.


Ansiedade é um estado interior de “correria constante”. Ocorre como uma obrigação de resolver logo todas as pendências, de fazer tudo seguidamente, como se tudo fosse urgente ou indispensável.


A pessoa ansiosa quer concluir tudo muito rapidamente, “tudo para ontem”. Assim, o ansioso nunca consegue relaxar, pois está sempre preocupado, impaciente, está sempre vivendo coisas que ainda estão por vir, de forma precipitada. O ansioso não consegue viver o presente; nunca está absolutamente envolvido naquilo que está fazendo. Está sempre desconectado.


No entanto, não sejamos tolos em achar que a ansiedade seja de tudo mal, de fato, na quantidade certa, ela é necessária e até mesmo benévola, para mobilizar soluções para o enfrentamento do cotidiano, podendo ser avaliada como um sinal de alerta de ameaças possíveis e ameaças urgentes.

 

 

Eu realizei uma pesquisa com 27 pessoas através da fanpage do Viva Sua Essência.

 

 

É importante saber que a maioria das pessoas se consideram ansiosas ou extremante ansiosas. O cuidado que devemos ter é saber até que ponto esse nível de ansiedade é prejudicial ao estado físico e mental; afetando assim a qualidade de vida.

 

Reflexão: Meu estado ansioso é normal ou tem um nível elevado?

 

Observe que: 74% das pessoas sentem medo de enfrentar uma determinada situação; 48% tem preocupações exageradas com saúde, dinheiro, família ou trabalho e 11% não se sentem bem ao falar em público, multidões, etc. 

 

Baseado nessas informações deve-se ter consciência se o estado ansioso é normal ou patológico, deve-se avaliar a intensidade e a frequência com que acontece, permanência, e a influência com o desempenho social e profissional do indivíduo. Dessa forma, a ansiedade patológica se distingue da ansiedade normal, pois paralisa o indivíduo, trazendo-lhe perdas e não permitindo sua preparação para lidar com situações de ameaças. É importante procurar um profissional especializado na área como um psicólogo ou psiquiatra.

 

 

A ansiedade, preocupações ou sintomas físicos causam sofrimento clinicamente significativo ou dano social, ocupacional ou em outras áreas importantes da vida.

Os sinais e sintomas não aparecem por causa de efeitos fisiológicos diretos de uma substância, por exemplo, como uma medicação ou de uma condição médica geral (por exemplo, hipertireoidismo) e não ocorre excepcionalmente durante um transtorno de humor, um transtorno psicótico ou um transtorno invasivo do desenvolvimento.

Estudos mostram que, além disso, a apreensão não é de ter um ataque de pânico, de ser constrangido em público (como na fobia social), de se contagiar (como no transtorno obsessivo-compulsivo), de estar longe de casa ou de familiares (como no transtorno de ansiedade de separação), de ganhar peso (como na anorexia nervosa), de ter várias queixas físicas (como no transtorno de somatização) ou ter uma doença grave (como em hipocondria), e a ansiedade e preocupação não ocorre exclusivamente durante o estresse pós-traumático (TEPT).

 

 

Na pesquisa, mais da metade respondeu que às vezes sabe lidar com a ansiedade e às vezes não. Para mim esse é um ponto importante, vale fazermos uma reflexão:

 

Esse "saber lidar com a ansiedade às vezes sim às vezes não", é porque às pessoas sentem que a ansiedade é normal ao ponto de terem o controle e isso não prejudicar o bem-estar físico e mental? Ou será porque elas acham que é inviável buscar formas alternativas de minimizá-la a partir do autoconhecimento e simples aceitação dessa condição como um estado comum dos tempos modernos?

 

Em vários casos que a ansiedade foi diagnosticada como alta e houve o controle através de medicamentos e psicoterapias, obteve-se muito mais eficácia no tratamento quando o indivíduo permitiu realizar a mudança de hábitos saudáveis, como atividade física, alimentação saudável, lazer, meditação, etc.